sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Runa KANO

KANO/ CEN/ KEN/ KAUNAZ

“Byth cwicera gehwam ... cuth on fyre,
Blac ond beorhtlic,… byrneth oftust
Thaer hi aethelingas inne restath.”

A tocha, familiar para a vida flamejante,
É ofuscante e brilhante; ela sempre arde
Onde a realeza descansa dentro.




Depois do contraste da vida dentro e fora da sala, o verso para kano, “tocha” parece pertencer exclusivamente ao cálido mundo interior. A chama da tocha é identificada como “aethelings”, “povo nobre”, ou príncipe, pessoas que se esforçam na direção da iluminação e do auto-conhecimento. Em “cavalgar” a necessidade de manejar o mundo externo é afirmada. Em “tocha” o prazer do reconhecimento depois da atividade vigorosa e do relaxamento em um atmosfera de calor e luz é visto como igualmente necessário. Tomados juntos, esses dois versos evocam uma afirmação de vida contraria que as pessoas que usavam as runas vivenciavam. Um contraste tão grande deve ter jogado as diferentes virtudes de ambas as afirmações em aguda oposição.

Como raido, o verso para kano inclui ambiguidades sutis. Na primeira linha tanto tocha como vida são flamejantes. Na linha final, a “tocha” arde onde as pessoas estão “em descanso dentro”, sugerindo não somente dentro da sala, mas também dentro delas mesmas. No alemão moderno a palavra “kien” significa “madeira de pinho resinosa”, e isso sugeriu uma nova dimensão de significado, como o fogo da pira funerária, isso é familiar para aqueles que sobreviveram, e “a realeza” “em descanso dentro” são os mortos.

Na leitura divinatória, pode significar:

Plano material – abertura de novos caminhos, envolvimento com estudos e aprendizado, passar por exame, conquista, morte física.
Plano abstrato – intuição, auto conhecimento, observação, inveja no ambiente familiar.
Plano sentimental – necessidade de esquentar a relação, prestar atenção as mudanças de comportamento, agressividade, ajuda do parceiro(a).
Plano da saúde – ficar atento as dores, procurar orientação médica, ter conhecimento sobre cura natural/alternativa, queimaduras (sol/fogo).
Plano espiritual – buscar conhecimento, sentir as energias, se recuperar de desgaste energético, purificação.

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