sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

NATAL - o Mês e a Data ( ? )

Os Magos Zoroastras estavam certos em presumir que uma criança teria nascido no momento exato da Lua nova de 16 de setembro de 1 a.C? Parece haver alguma evidencia de que essa criança (Yoshua) nasceu em setembro. Por exemplo, o relato segundo o qual "pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite" (Lucas 2:8-12) situa a data do nascimento em setembro com muito mais probabilidade do que dezembro. Os pastores não saíam para os campos no inverno (Cânticos de Salomão 2:11; Esdras 10:9,13). O costume antigo entre os Judeus era enviar as ovelhas para os campos e desertos no começo da primavera e trazê-las para casa no começo das primeiras chuvas, geralmente antes de 15 de outubro. Ainda assim, isso só reduz a data provável da natividade em meio ano.
Entretanto, uma prática curiosa dos primeiros cristãos sugere especificamente a natividade em setembro. Nos primeiros anos da Igreja, durante o banquete judeu em setembro do Rosh Hashanah, os cristão parecem ter continuado as celebrações dos mistérios  a portas fechadas, as quais, alguns sugerem, terem sido, as primeiras manifestações de festividade do Natal.
Excepcionalmente, algumas evidencias corrobam a data real de 16 de setembro de 1 a.C. Acontece que esse foi o primeiro dia do Rosh Hashanah naquele ano, quando a população de Jerusalém teria aumentado de aproximadamente 100.000 pessoas para mais de 1 milhão. Com tanta gente, teria havido pouco espaço nas hospedarias de Jerusalém e cidades vizinhas, exatamente conforme é relatado na Bíblia. O Rosh Hashanah é o ano-novo judeu, uma data simbolicamente adequada para o nascimento do Messias.
Jesus nasceu no dia 16 de setembro de 1. a.C! Curiosamente, a carta astrológica dessa Lua nova não só parece corresponder ao relato bíblico sobre a pessoa e história de Jesus, mas também combina com a história subseqüente da Igreja Cristã. Os Magos, é claro, o teriam considerado adequado, uma vez que o nascimento de Jesus era também o nascimento do cristianismo. Mas curioso é o fato de que essa antiga carta de nascimento, apesar de todos os argumentos, também parece refletir muitas das mais significativas evoluções seculares dos últimos 2.000 anos.

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